30 janeiro 2012
Bem pessoal
Matheus passou no que ele gosta e eu curto a sensação de mais um dever cumprido.
O fim-de-semana foi de festas e encontros e embora exista um feriado religioso pela frente, para mim não fará nenhuma diferença.
Depois dos sustos envolvendo acusações e polícia espero que a rotina seja mais equilibrada, não posso esquecer que vou precisar hospedar amigos, dedetizar a casa e reiniciar o regime... urgente!
25 janeiro 2012
Pirataria
Nesta época de caça a pirataria com fechamentos de serviços e servidores a imagem de um navio parado no Porto de Valparaiso.
24 janeiro 2012
23 janeiro 2012
Cineminha
Caro diário, hoje mais uma vez é segunda-feira. O fim-de-semana foi de tempo feio, sem sol para programar um passeio, mas sufocante demais para ficar em qualquer parte.
Embora não seja entusiasta, muito pelo contrario, ontem aceitei o convite de ir ao cinema. A experiência só não foi mais traumática porque consegui dormir pelo menos uns vinte minutos do filme. Tenho saudades do Sherlock Holmes do meu tempo de leituras, e tanta ação e malabarismo deixaram-me tonto, mesmo assim, suei mais do que o personagem, não vi uma gota correndo do rosto de Robert Downey Jr. Coloquei como condição estar o ar funcionando, a resposta foi incompleta - funcionando sim, mas apenas pela metade. Piora o fato de minha, não tão leve, miopia, embaralhar a legenda, embora a falta de foco fique por conta da projeção, quer dizer: tapar um olho não foi suficiente para entender tudo que se dizia e o som menos estéreo do que a vista não chegava direito ao fundo da sala onde me encontrava. Insisto em comer pipocas, entre doce ou salgada devia ter escolhido a segunda -perceberia menos que estava velha - Tive o bom senso de deixar boa parte, ja meu amigo que comeu todas teve cólicas no meio da exibição. Quando percebi que passavam os créditos: dei graças.
Nem tudo foi perdido, deu para pensar e conferir a troca do carro, mas, por enquanto, o que comprei mesmo foi um banco novo para a bicicleta. O passeio... fica para o próximo fim-de-semana, se não tiver tempo feio!
Embora não seja entusiasta, muito pelo contrario, ontem aceitei o convite de ir ao cinema. A experiência só não foi mais traumática porque consegui dormir pelo menos uns vinte minutos do filme. Tenho saudades do Sherlock Holmes do meu tempo de leituras, e tanta ação e malabarismo deixaram-me tonto, mesmo assim, suei mais do que o personagem, não vi uma gota correndo do rosto de Robert Downey Jr. Coloquei como condição estar o ar funcionando, a resposta foi incompleta - funcionando sim, mas apenas pela metade. Piora o fato de minha, não tão leve, miopia, embaralhar a legenda, embora a falta de foco fique por conta da projeção, quer dizer: tapar um olho não foi suficiente para entender tudo que se dizia e o som menos estéreo do que a vista não chegava direito ao fundo da sala onde me encontrava. Insisto em comer pipocas, entre doce ou salgada devia ter escolhido a segunda -perceberia menos que estava velha - Tive o bom senso de deixar boa parte, ja meu amigo que comeu todas teve cólicas no meio da exibição. Quando percebi que passavam os créditos: dei graças.
Nem tudo foi perdido, deu para pensar e conferir a troca do carro, mas, por enquanto, o que comprei mesmo foi um banco novo para a bicicleta. O passeio... fica para o próximo fim-de-semana, se não tiver tempo feio!
22 janeiro 2012
Luz
Ao fazer esta foto confundi os detalhes de Natal com as flores. Este jardim fica no Pueblito de los Dominicos - uma ordem eclesiastica do Chile, um espaço hoje cheio de lojinhas de artesanato, bom artesanato e variado.
20 janeiro 2012
Tirinha
Foi Robert L. Dickey o criador de "apenas um cão", uma obra maravilhosa que gira em torno das aventuras de Buddie, um Boston Terrier - o herói titular da tira. Com seus amigos Angus e Bucky, Buddie corre roubando salsichas e entrando em todos os tipos de travessuras, como todos os Boston Terriers estão acostumados a fazer.
O humor dessa tira é decididamente suave e a arte é notável. Os animais são processados em um estilo muito realista, e a emoção que Dickey persuade ao seu elenco canino é verdadeiramente impressionante. Esse cara conhece seus cães! A tira funcionou por muitos anos, embora de uma forma decididamente casual. Tem sido difícil encontrar estas tiras pois elas apareciam quase ao acaso no jornal de domingo na maior parte. Frustrante! Este caos se estende até mesmo ao título da tira. Nas amostras que temos até agora, abrangendo 1922-1923, chama-se por "Dog Just" e "Buddie e Seus Amigos", mas a tira foi também intitulado "Cães de Dickey." Eu acho que foi feito apenas para confundir arquivistas.
Fonte: Barnacle Press
19 janeiro 2012
Repouso
17 janeiro 2012
Blues
Era sexta-feira. O guia dizia que seria necessário marcar horário, ou então, chegar muito cedo para garantir um lugar a mesa. Nem uma coisa, nem outra, caminhávamos entre os bares e restaurantes sem certeza de estilo, fome ou cardápio. Vindo de um deles reconheci a guitarra e a voz de Muddy Waters em algo como "Gonna need my help" e decidi: é aqui mesmo! De repente uma sensação de já vivido...
O ano era mil novecentos e noventa e nada, eu, recém-solteiro, parti para Florianópolis para esfriar a cabeça. Minha irmã não podia dar hospedagem pois morava com uma amiga na cidade, sobrou um chalé de uns amigos do namorado dela - dois irmãos surfistas e um arquiteto recém-formado que tentavam se estabelecer naquele estado. Eu meio estranho, mas nem tão deslocado do que já vinha fui albergado, instalado precário em um colchonete sobre o soalho todo falhado. O primeiro banho (frio) dava ideia do que viria.
Dia seguinte acordo cedo ouvindo a previsão oceânica e uma exclamação grotesca e mal-educada de que não teriam como pegar onda. Não entendi nada até que a fome fez lembrar que eu vivia de hábitos. Sem café, parti para a praia da Joaquina, umas boas pernadas dividindo assuntos que não dominava. Não posso dizer que não fui aceito, mas até ali ainda julgava: o que estava errado?
Sol, praia, chuva e pouco vento. Abar, aloha, amarradão; batida, bóia, brother; caldo, cabreiro e cabuloso. A tarde mais do novo vocabulário e chuva, depois sol, areia e muito. muito vento.
Das duas: ou alugava uma prancha e me enturmava -o que seria muito improvável - ou partia para outra tribo. Havia a possibilidade de voltar para casa, embora representasse algum fracasso.
Por muito me achava mais velho do que devia, até compreender e inverter a importância deste tempo, aí, no auge das possibilidades, via-me como um senhor acabado, ridículo por estar costeando qualquer nova experiência.
A noite sai só em direção a Barra. Distante, em contrária caminhada, deixo o chalé a passo. Ao chegar tantos bares e restaurantes, repletos e agitados, receoso e tímido tenho tempo de pensar na vida, no fato de ja ter dois filhos, de fazer muito tempo que não calçava umas sandálias; de julgar o que realmente interessava, do medo das bolhas e de estar perdido e meio desorientado. Quase retorno, até que vindo de um dos espaços reconheço algo como Albert King empolgando em um " Blues Power" e me aproximo.
Nunca foi tão rápido fazer amigos, amigos para o resto daqueles dias e talvez para marcar outras descobertas que se seguiram. Não precisei pegar onda, nem ter receio de banho gelado, estava em casa, dormindo em um colchonete espiando do soalho os buracos, num chalé que já parecia confortável, o primeiro habitat para o que viria a ser reconstruído.
Outra época, outra estada, estou em um país distinto, porém a música, único elo desta caminhada, traz a lembrança que os iguala. Não preciso caminhar só nem sentir-me apartado, como a letra de um blues que fala em passagem, o que tinha que ser foi realizado.
Santiago - Chile - janeiro de 2012
16 janeiro 2012
15 janeiro 2012
Bicicleta
No quadrado. |
A noite ainda sobrou folego para visitar Dona Maria:
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14 janeiro 2012
Microconto
Fria
As moças da padaria me conhecem pelo nome.
"Olá, como vai, bom dia!"
Tem um bafo no caminho acompanhando chuva fina.
Ó clima malvado que varia tanto em horas.
Acordei com um espirro alheio e percebi que não estava em casa. Deixei o ar ligado e dormi em câmara fria.
Diz a lenda que celebridades mantém a juventude desta forma, se pudesse a faria, não pela beleza mas pela criogenia.
E foi assim que despertei, com a ilusão de morto preservado... até o calor de um bom dia!
"Olá, como vai, bom dia!"
Tem um bafo no caminho acompanhando chuva fina.
Ó clima malvado que varia tanto em horas.
Acordei com um espirro alheio e percebi que não estava em casa. Deixei o ar ligado e dormi em câmara fria.
Diz a lenda que celebridades mantém a juventude desta forma, se pudesse a faria, não pela beleza mas pela criogenia.
E foi assim que despertei, com a ilusão de morto preservado... até o calor de um bom dia!
13 janeiro 2012
Imagem
Guarda
A cerimônia de troca da guarda no La Moneda, prédio onde morreu Alliende, não deixa de ser interessante, embora lembre o tempo de Regime Militar por toda pompa e rigidez que a envolve.
A cerimônia de troca da guarda no La Moneda, prédio onde morreu Alliende, não deixa de ser interessante, embora lembre o tempo de Regime Militar por toda pompa e rigidez que a envolve.
12 janeiro 2012
Imagem
Catedral
Segundo informaram cerca de setenta por cento da população Chilena é Católica, e isso é perceptível. Esta foto é da Catedral de Santiago.
Segundo informaram cerca de setenta por cento da população Chilena é Católica, e isso é perceptível. Esta foto é da Catedral de Santiago.
Imagem
Los Dominicos
Antigo convento transformado em centro de artesanato conta com mais de cem lojinhas com artigos de madeira, lã, pedras etc.
Antigo convento transformado em centro de artesanato conta com mais de cem lojinhas com artigos de madeira, lã, pedras etc.
Imagem
Paz
Esta foto foi feita a aproximadamente quatro mil metros na Cordilheira dos Andes em um daqueles momentos em que o oxigênio para quem não estava acostumado, mas valeu a pena.
Esta foto foi feita a aproximadamente quatro mil metros na Cordilheira dos Andes em um daqueles momentos em que o oxigênio para quem não estava acostumado, mas valeu a pena.
11 janeiro 2012
10 janeiro 2012
Bicicleta - Marcando os caminhos
Em Santiago pegamos o gosto pelo exercício, foram muitas pernadas para conhecer o que fosse possível sentindo o calor local. A temperatura agradável (quase fria) pela manhã elevava-se durante o dia até algo próximo aos trinta graus, e mesmo sendo uma cidade plana, enfrentamos o desafio de subir alguns morros como a interminável escadaria de Santa Lucia com seus milhares de degraus. Enfim, escrevo isso porque já fui, sou ou voltarei a ser, sei lá... portador de uma limitação muscular. Quem me conhece sabe até o nome da maldita, mas me nego a nomea-la, e talvez por esquecer disso consigo enfrentar estes desafios - e me supero. Um dia meu neurologista disse que eu não poderia fazer certos exercícios, um deles seria andar de bicicleta, mas desobedeço, li a respeito e soube que basta (além dos equipamentos normais dos demais ciclistas) acrescentar um celular a mochila. Não uso mochila mas um iPhone cabe sem cair no bolso. Ontem voltei à bicicleta, foram uns 12 km sem o menor esforço, parte deles registrados pelo aplicativo Motion x, e melhor- não precisei telefonar para que ninguém me resgatasse.
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09 janeiro 2012
Imagem
Luz
Não te quero senão porque te quero,
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te,
como um cego.
Tal vez consumirá a luz de Janeiro,
seu raio cruel meu coração inteiro,
roubando-me a chave do sossego,
nesta história só eu me morro,
e morrerei de amor porque te quero,
porque te quero amor,
a sangue e fogo.
Pablo Neruda
Da janela do quarto... |
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te,
como um cego.
Tal vez consumirá a luz de Janeiro,
seu raio cruel meu coração inteiro,
roubando-me a chave do sossego,
nesta história só eu me morro,
e morrerei de amor porque te quero,
porque te quero amor,
a sangue e fogo.
Pablo Neruda
Imagem
Falta de Ar
Um dos objetivos - conhecer e fotografar as Cordilheiras dos Andes - foi cumprido, no entanto, no momento desta foto eu estava em plena taquicardia pela falta de oxigenação a aquelas alturas. Mas valeu!
Um dos objetivos - conhecer e fotografar as Cordilheiras dos Andes - foi cumprido, no entanto, no momento desta foto eu estava em plena taquicardia pela falta de oxigenação a aquelas alturas. Mas valeu!
Social
Novos Amigos
Pronto, estou de volta depois de onze horas de viagem, um sono atrasado, muita informação e imagens na cabeça, e certa dor na panturrilha de tanto caminhar.
Santiago é uma cidade plana e comporta perfeitamente o turismo a pé, para tanto, levei um tênis especial bem confortável, dois livros de bolso, um mapa e a bussola do iPhone. Suficientes. Fora isso, a fácil compreensão das linhas de metrô e da conversão das moedas e pronto, estava resolvido boa parte do passeio. Os locais mais distantes foram previamente resolvidos pela empresa de turismo, mas também envolveram muita pernada.
Aos poucos, e apenas o que julgar mais relevante, irei publicando as imagens, mas posso adiantar que como evento fotográfico, motivo maior da empreitada, foi um prazer compensador.
Como viajar é fazer novos contatos, entre tantos paulistas, mineiros, americanos etc. meu mais simpático e receptivo novo amigo foi Carlito que agora apresento na foto abaixo.
Carlito é UM lhama, cheiroso, agradável, de olhar terno e inteligente que não se importou de posar para nós estranhos.
Pronto, estou de volta depois de onze horas de viagem, um sono atrasado, muita informação e imagens na cabeça, e certa dor na panturrilha de tanto caminhar.
Santiago é uma cidade plana e comporta perfeitamente o turismo a pé, para tanto, levei um tênis especial bem confortável, dois livros de bolso, um mapa e a bussola do iPhone. Suficientes. Fora isso, a fácil compreensão das linhas de metrô e da conversão das moedas e pronto, estava resolvido boa parte do passeio. Os locais mais distantes foram previamente resolvidos pela empresa de turismo, mas também envolveram muita pernada.
Aos poucos, e apenas o que julgar mais relevante, irei publicando as imagens, mas posso adiantar que como evento fotográfico, motivo maior da empreitada, foi um prazer compensador.
Como viajar é fazer novos contatos, entre tantos paulistas, mineiros, americanos etc. meu mais simpático e receptivo novo amigo foi Carlito que agora apresento na foto abaixo.
Carlito é UM lhama, cheiroso, agradável, de olhar terno e inteligente que não se importou de posar para nós estranhos.
08 janeiro 2012
07 janeiro 2012
04 janeiro 2012
O esculacho do esculápio
Prece
Em um terço de meu tempo, somadas todas as horas, inclusive as que deviam ser de sono: sou médico. Normalmente este fato não se evidencia porque uso a escrita e fotografia justamente para arejar tão árdua jornada, mas, como não há como evitar de mistura-las, também divido algum relato, afinal, é daí que vem meu mais diverso e inusitado contato humano.
Em um terço de meu tempo, somadas todas as horas, inclusive as que deviam ser de sono: sou médico. Normalmente este fato não se evidencia porque uso a escrita e fotografia justamente para arejar tão árdua jornada, mas, como não há como evitar de mistura-las, também divido algum relato, afinal, é daí que vem meu mais diverso e inusitado contato humano.
Hoje não dormi nem duas horas. Vejo o dia chegar pela luz que entra das altas janelas, tão altas como inacessíveis e sem cortinas, o que frustra os poucos momentos que poderiam ser de descanso.
A madrugada foi de correria, são tantos "deita e levanta" que por fim me rendo, e recosto o corpo breve quase sentado e sem sequer tirar os sapatos.
Algumas pessoas perdem o sono, percebem o que não existe, ficam com medo da vida, ficam pensando na morte; outras brigam com os companheiros, circulam em volta do umbigo ou simplesmente não resistem, precisam dividir seus enfados, e para isso procuram um pronto-socorro.
Confesso que prefiro bloquear um infarto ou tirar a dor de um cálculo entalado do que, a estas horas, ter que incorporar o terapeuta. Confuso, posso dar maus conselhos ou até dizer algo grosseiro.
Era perto das quatro e meia e a linda moça vem com a companheira. Ambas estão de olhos inchados. A paciente conta que estavam rezando, isso já há algumas horas, tentando evitar sair de casa desfilou um rosário inteiro. Sofre de síndrome do medo, tem pânico de enfrentar a noite, do dia também guarda receio. Pelo jeito divide o malgrado, pois enquanto lhe escuto com filtros, a amiga continua rezando. Minha formação foi católica, identifico o "salve rainha" - "vida, doçura e esperança nossa, Salve! A Vós bradamos, os degredados filhos de Eva..." - sussurra em acelerado ritmo, e associando a uma cena a filme italiano, não consigo controlar certo riso.
"Afinal o que esta se passando?" Responde que esta apavorada: trabalha em um grande banco e esta sendo muito cobrada, depois mistura sintomas, diz que tem problemas em casa, tem uma dor no estômago, fala da mãe e tem arcadas. Repete a ladainha de queixas que mesmo longas não levam a nada. Diz que faz tratamento, abre a bolsa e despeja cartelas. São tantos calmantes e hipnóticos, antidepressivos e placebo que penso o que sobra para mim e não vejo o que possa ser feito. Nenhuma chance de alívio a não ser ouvir os relatos, penso na minha cama vazia e na noite atropelada. Procuro melhor abordagem, quem sabe deixa-la dopada, queria eu um sono tranquilo, meu dia será de ressaca, sem força para este desafio entro na prece afinada:
Salve, Rainha, mãe de misericórdia,
vida, doçura, esperança nossa, salve!
A vós bradamos os degredados filhos de Eva.
A vós suspiramos, gemendo e chorando
neste vale de lágrimas.
Eia, pois, advogada nossa,
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei,
e depois deste desterro mostrai-nos Jesus,
bendito fruto do vosso ventre,
Ó clemente, ó piedosa,
ó doce sempre Virgem Maria
Rogai por nós santa Mãe de Deus
E mande estas loucas para casa ...
03 janeiro 2012
02 janeiro 2012
Bom Dia
Mais uma semana, menos um dia, mais um ano, menos algumas horas para as poucas que reservei para descanso. Acordei com uma pinta na ponta do nariz... deve ser a décima vez em doze meses que esta coisa vem e desaparece, desta - depois, na volta das pequenas férias - irei ao dermatologista. por enquanto, mais um item para colocar na mala: blush ou pó de arroz para enganar nas fotografias, ou o o velho photoshop no pós-pago.
Hoje, depois de acordar no trabalho, tomei o primeiro café da manhã de padaria do ano, e confesso: não estava nenhuma maravilha. A menina também não estava acostumada, nova no estabelecimento, torrou o pão e gelou o leite, mas, pelo menos, esqueceu de cobrar os centavos que sempre dificultam o troco.
Fico por aqui até a tarde, o sol parece promissor depois de ter frustrado boa parte do fim-de-semana, coisas do clima que não ajuda quem se esforça, mas por ai vem mais uma semana, menos um dia e faltam poucas horas para as algumas que reservei para o descanso.
01 janeiro 2012
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