Esta foto tirei há algum tempo, no mesmo período de agora. Na expectativa de excelentes dias, como outrora, desejo a todos um Feliz 2007!
28 dezembro 2006
Folga
24 dezembro 2006

Vou esperar os meus meninos que estão meio atrasados, e antes que seja tarde desejar a todos boas festas e mais um ano recheado. O extintor esta a postos e eu agora mais aliviado!
18 dezembro 2006
Sinais vindos da MOrsa

Por falar nisso, consegui finalmente, encontrar algo que realmente marcou, a minha infância e de muitos jovens da mesma faixa. É o Comercial dos Cobertores Parayba, aquele coma as crianças convidando para dormir, no nosso caso, um despertador diário as avessas e que funcionava sempre. aqui
10 dezembro 2006
Louca no provedor
Apesar de que alguns nem percebam, mais uma vez, tive que trocar de provedor. O provedor anterior, pago, bloqueou os ips do Blogger não permitindo atualização. Deixando estas questões técnicas para lá só quero informar que alguns links não irão funcionar num primeiro momento. Desculpas...
07 dezembro 2006
O Fim
Acordei desesperado, por um medo sem sentido, um temor de ser atravessado pelos problemas que chegam com o dia. Mas não lembrava qual o dia, se era segunda, quinta ou feriado. E é terça, mas nem parecia, pois todo tempo em que fiquei parado confundiu meu fuso de trabalho, não bastasse o horário falso, muito que mal adaptado, havia o retorno a labuta , o que queria ser negado.
A luz entrando franca, pela falta das cortinas, que apesar de pagas, não estavam instaladas, incomodava mais do que o calor que não firmara. E é terça, mas bem que podia ser sábado, ou quarta, onde estaria, ai então, bem atrasado, algo além do mal estar, menos mal que imaginário, mas que também não suficiente para todo mal ser explicado.
Há muito associei depressão a pesadelos, despertar sem ter vontade, antes de sons ou de alarmes, um radar que se anuncia, instantes antes do relógio, apenas pelo incômodo e aguçar do desespero, aquele mesmo, imaginário, sempre sem sentido, que atiça mas não acomoda. Hoje tento me adiantar ao tempo, mas parece que este não se importa, meu relógio é novo, e não tem corda, afinal vamos ver quem vem primeiro? E debocha o poderoso por poder me ter inteiro, até confundir simples sentido. Hoje é terça e não é feriado, não há nada em contrapeso, há um dia pela frente, sempre igual, eu que me esqueço.
A luz entrando franca, pela falta das cortinas, que apesar de pagas, não estavam instaladas, incomodava mais do que o calor que não firmara. E é terça, mas bem que podia ser sábado, ou quarta, onde estaria, ai então, bem atrasado, algo além do mal estar, menos mal que imaginário, mas que também não suficiente para todo mal ser explicado.
Há muito associei depressão a pesadelos, despertar sem ter vontade, antes de sons ou de alarmes, um radar que se anuncia, instantes antes do relógio, apenas pelo incômodo e aguçar do desespero, aquele mesmo, imaginário, sempre sem sentido, que atiça mas não acomoda. Hoje tento me adiantar ao tempo, mas parece que este não se importa, meu relógio é novo, e não tem corda, afinal vamos ver quem vem primeiro? E debocha o poderoso por poder me ter inteiro, até confundir simples sentido. Hoje é terça e não é feriado, não há nada em contrapeso, há um dia pela frente, sempre igual, eu que me esqueço.
03 dezembro 2006
Apenas um fundo...
Depois de muito tempo, no caminho inverso a criação, achei um texto ao título que há muito estava preparado. O conteúdo, em poesia, veio pronto, acabado, provavelmente elaborado e armazenado a um canto na espera desde aquela época. O que faltava? Apenas dar sentido ao conteúdo, vive-lo, o que foi possível somente agora. Caminho longo, difícil, mas bonito e muito rico, sintetizado em um gesto e algumas imagens. Mas, ficou tão completo e pessoal que resolvi envolve-lo para presente, e, ao invés de publica-lo, como prova maior de afeto, amor e reconhecimento, entregar diretamente a quem merece.
Obrigado por tudo!
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